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Marcadores Tumorais

23 de Outubro de 2018

São macromoléculas presentes no sangue, em tumores e em outros líquidos biológicos, cujo aparecimento e ou alterações em suas concentrações estão relacionados com a gênese e o crescimento de células neoplásicas.

Alfafetoproteína (AFP)

Normalmente produzida durante a gestação. Ao nascimento sua concentração está em torno de 10.000 ng/mL e vai declinando, atingindo valores inferiores a 10 ng/mL por volta de 1 ano de idade.

Eleva-se nas doenças benignas hepáticas. Utilizado nos infectados crônicos por HCV ou HBV, especialmente se houver cirrose, para triagem de carcinoma hepatocelular. Marcador sensível dos tumores embrionários, sendo mandatória em pacientes com massa testicular.

Antígeno Carcinoembriônico (CEA)

Eleva-se em tumores malignos principalmente do trato gastrintestinal (40 a 60%), pulmão (52 a 77%), pâncreas (61 a 68%), trato biliar (80%), tireóide (50 a 70%), cérvice (42 a 50%) e mama (30 a 50%), e em outras doenças como cirrose hepática alcoólica, doença inflamatória intestinal, doença fibrocística da mama, bronquite e insuficiência renal. Está indicado, principalmente, no acompanhamento pós-cirúrgico e na monitorização do câncer colorretal avançado, quando realizado de forma seriada. Não está indicado para triagem de doença neoplásica. Pode fornecer auxílio diagnóstico em pacientes sintomáticos, onde elevações de cinco vezes, acima do valor de referência, devem ser cuidadosamente avaliadas.

CA 19-9

Eleva-se em pacientes com neoplasias pancreática, hepatobiliar, gástrica, hepatocelular, colorretal e mamária e em várias afecções benignas pancreáticas, hepáticas e biliares. Indicado como marcador de resposta ao tratamento. Deve ser avaliado em dosagens seriadas nas pós-ressecções cirúrgicas e pós-quimioterapia. Elevações podem preceder o surgimento de imagens radiológicas, em alguns meses. Em pacientes em estágio avançado correlaciona-se, independentemente, com a sobrevida.

CA 15-3

Presente no epitélio glandular de vários órgãos. No câncer de mama, expressa-se em excesso e é liberada na circulação, tornando-se um importante marcador deste tumor. Apresenta baixa sensibilidade nas fases iniciais da doença (15 a 35%), sendo limitado como triagem. Sua principal indicação é a dosagem seriada para o diagnóstico precoce de recorrência após exérese radical do tumor.

CA 125

 É o marcador mais utilizado no câncer ovariano epitelial, não sendo exclusivo desta neoplasia. No câncer de ovário, aplica-se ao monitoramento da resposta ao tratamento, diagnóstico diferencial de massas pélvicas e triagem em pacientes com histórico familiar. Elevações podem ocorrer em condições benignas (gravidez, endometriose, cistos ovarianos, doenças inflamatórias pélvicas, peritonites, cirrose, hepatites, pericardites) e em outros tipos de cânceres, tais como: tuba uterina, cérvice, endométrio, pâncreas, pulmão, mama, próstata e trato gastrointestinal. Variações ocorrem no ciclo menstrual, com aumento durante a fase folicular. Tende a declinar com a menopausa e o envelhecimento.


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